sábado, 1 de agosto de 2026

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou

 Ilustração - Dwight L. Moody contou a história do jovem que não queria servir no exército de Napoleão Bonaparte. Quando foi convocado, um amigo se ofereceu para ir em seu lugar. A substituição foi feita e, algum tempo depois, o substituto morreu em batalha. O mesmo jovem foi, por um erro administrativo, convocado novamente. "Vocês não podem me levar", disse ele aos oficiais surpresos. "Estou morto. Morri no campo de batalha." Eles argumentaram que podiam vê-lo bem na frente deles, mas ele insistiu que consultassem a lista de recrutas para encontrar o registro de sua morte. E lá estava o nome do homem, com outro nome escrito ao lado. O caso finalmente chegou ao próprio imperador. Após examinar as evidências, Napoleão disse: "Por meio de um substituto, este homem não apenas lutou, mas morreu a serviço de seu país. Nenhum homem pode morrer mais de uma vez, portanto, a lei não tem jurisdição sobre ele."

(2 Co 5:14-17)

Ray Pritchard nos faz a seguinte pergunta, querido santo…

Você voltará? Deus me livre!

Um prisioneiro voltará para a prisão? Deus me livre!

Um escravo voltará para seu senhor? Deus me livre!

Um rico retornará à pobreza? Deus me livre!

Um homem feliz voltará à tristeza? Deus me livre!

Um sobrevivente voltará para um campo de concentração? Deus me livre!

Um cristão voltará ao pecado? Deus me livre!

( Livre enfim )


sábado, 25 de julho de 2026

Operai a vossa salvação com temor e tremor

 “Operai a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”

(Filipenses 2.12, 13)


Como essas palavras incitam o pensamento! Espera, minha alma, e maravilha-te

com o fato de que o Deus Eterno se rebaixa para trabalhar dentro de teus limites

estreitos. Não é mesmo uma maravilha que Ele, a quem o céu não pode conter e para

quem esse céu não é imaculado, trabalhe com um material tão pouco promissor, em

circunstâncias tão desfavoráveis?

Deveríamos tomar o máximo cuidado para torná-lo bem-vindo e para não

colocar nenhum obstáculo em seu caminho! Com que afinco deveríamos guardar até os menores movimentos de sua operação bondosa, como o maquinista conserva a força de seu motor, e como o ourives, com cuidado minucioso, cata todos os fragmentos da folha de ouro! Com certeza, deveríamos sentir um temor de reverência santa e um tremor de ansiedade quando externamos, na vida e nas ações diárias, tudo o que Deus o Pai está "internando" em nós.

(F. B. Meyer)


quinta-feira, 23 de julho de 2026

Mensageiros de Deus

 *"... estando eu sentado em minha casa, e os anciãos de Judá, assentados diante de mim, sucedeu que ali a mão do SENHOR Deus caiu sobre mim.”* (Ez 8:1)


(...) Os mensageiros de Deus não podem entregar mensagens agradáveis para satisfazer as pessoas. Se os filhos de Deus vierem desejando ouvir o que eles chamam de "ensinamento" de mensageiros que estão realmente nas mãos de Deus, Ele não permitirá que eles "ensinem", enquanto Ele contemplar coisas erradas na vida do Seu povo.

É uma grande tentação extrair dos nossos próprios recursos e dar alguma "mensagem" que Deus não nos deu, porque isso é o que se "espera" de nós. (...)

Mas quantos de nós estamos dispostos a simplesmente dizer: "Está escrito". 

O mundo está em uma confusão por causa das muitas vozes. (...)

Oh, quantas almas estão desejando ardentemente por um “assim diz o Senhor”, com a confirmação do poder de Deus por detrás disso. (...)


[J. P. Lewis) Extrato do Excelente livro: "Céus abertos"


domingo, 5 de julho de 2026

A PROVA DA FORNALHA DA AFLIÇÃO


“Eis que te acrisolei, mas disso não resultou prata; provei-te na fornalha da aflição.” (Isaías 48:10)


 A fornalha não é destruição, é prova. A fornalha tem dois propósitos possíveis:

Consumir e Purificar. Para o ímpio, é juízo. Para o crente, é refinamento.

O ouro não teme o fogo — ele é revelado por ele.

Deus não está nos queimando; Ele está nos provando, no sentido de testar, aprovar, refinar. Aquilo que é palha se vai. Aquilo que é Cristo em nós permanece.

*O Filho do Homem na fornalha*

A imagem imediatamente nos leva a Daniel 3, quando os três jovens foram lançados na fornalha e havia ali um quarto homem, semelhante ao Filho de Deus.

A presença não removeu o fogo, mas removeu o poder do fogo.

Cristo não prometeu ausência de tribulação — prometeu presença.

“Quando passares pelas águas, estarei contigo...” (Is 43:2a)

A grande diferença entre sofrer sozinho e sofrer com Cristo é que com Ele a fornalha vira lugar de revelação.

*Ele faz a cama na aflição* 

Que expressão linda: Ele “faz a cama” na doença, na dor, na angústia.

“O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama.” (Sl 41:3)¹

Há dores que aproximam mais de Cristo do que anos de estabilidade.

Há vales onde ouvimos a voz que não ouvimos no monte.

Quantos salmos nasceram na aflição?

Quantas revelações vieram na prisão?

Quantas epístolas surgiram em cadeias?

“Quando um filho de Deus está passando por alguma tribulação, o maior consolo recebido não é: “Isso vai passar”, ou “Vai melhorar”, ou “Você vai vencer”. O maior consolo é ouvir dos lábios do nosso amado Senhor:

“Eu sou contigo!” (Is 41:10a)

A promessa não é mudança de circunstância; É presença constante.

Porque Aquele que caminha conosco na fornalha foi o que entrou na maior fornalha da história: a Cruz.

Ali Ele não foi apenas provado. Foi ferido por nós. Se hoje somos provados, é como filhos. Ele foi entregue como Cordeiro. Isso muda tudo.


"Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." (Jo 16:33)


O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam.

(Naum 1:7)



sábado, 4 de julho de 2026

SENDO SALVOS NA VIDA DE CRISTO

 


"Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;”

(Rm 5:10)


O argumento de Paulo aqui é que, se quando éramos inimigos de Deus, a morte de Cristo tornou possível nossa reconciliação com Deus, agora que somos Seus filhos, Jesus pode nos "salvar" dia após dia e eternamente por meio de Seu poder - na vida de ressurreição. Enquanto desfrutamos Deus desta maneira, estamos sendo salvos na Sua vida. “Muito mais seremos salvos pela (em — lit.) Sua vida”. 

Diariamente precisamos ser salvos de tantas coisas negativas. Precisamos ser salvos do nosso temperamento e do nosso ego. Enquanto desfrutamos Deus nos sofrimentos, precisamos da salvação na Sua vida. Precisamos ser salvos do pecado costumeiro na Sua vida, isto é, sermos libertos da lei do pecado e da morte. Na Sua vida, precisamos ser salvos de sermos mundanos, isto é, sermos santificados. Na Sua vida, precisamos ser salvos do nosso ser natural, isto é, sermos transformados da nossa vida natural. Na Sua vida, precisamos ser salvos de sermos egocêntricos, isto é, sermos conformados à imagem de Cristo, o Filho primogênito de Deus. E precisamos ser salvos, na Sua vida, de sermos individualistas, ou seja, sermos edificados uns com os outros em um Corpo… 

Este tipo de salvação em vida é o principal desfrute que temos em Deus. 

A justificação introduziu-nos na esfera do desfrute. Nesta esfera, permanecemos na graça, andamos na paz, sofremos na esperança e desfrutamos Deus em nossas tribulações. Enquanto estamos sofrendo e desfrutando, estamos sendo salvos na Sua vida. Este é o resultado da justificação. Esse é o caminho ascensional da salvação: justificação, santificação, glorificação - para que o Senhor obtenha um Corpo de redimidos para sua expressão em glória. 


(W. Lee)


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quarta-feira, 1 de julho de 2026

A porta e o caminho da vida

 




Mateus 7:14 diz o seguinte: "Porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem". 


Falando sobre o reino, certo? Mas sabem de uma coisa? Ao estudá-lo, aqui está o que realmente diz, literalmente: "Porque estreita é a porta, e o caminho é esmagador (*crushing*) que leva à vida, e poucos são os que o encontram". Lembro-me de uma canção antiga, sabe. Eu me lembro de canções. Esta música eu devo ter ouvido há 30 anos.

Diz: "Cessa, oh filho de Deus, de tuas andanças. Submete-te sob Sua mão esmagadora. Seu esmagamento é severo, mas o óleo é doce, que carrega a fragrância do nosso precioso Cordeiro. E eu prefiro estar com Ele e nas coisas em que O encontro, mais do que qualquer coisa. Pois é ali que encontro meu descanso em meio à agitação constante ao meu redor. E eu prefiro estar com Ele e nas coisas em que O encontro, mais do que qualquer coisa. Pois é ali que meu espírito se encontra com o d’Ele."

Você prefere estar com Ele? Você está disposto a passar por um esmagamento? Sabe, diz que há uma vida. É um caminho estreito que leva à vida. É um esmagamento. São poucos os que o encontram. Oh, meu Deus. Este novo e vivo caminho em que entraríamos é algo muito, muito grande. Mas o caminho é tão estreito. Há um esmagamento envolvido em nossas vidas. Eu perdi tudo. E quero testemunhar: estes foram os 50 anos mais felizes da minha vida porque encontrei a vida. Encontrei a vida. Oh, tantos dos meus amigos pastores se esgotaram tentando ser bons cristãos.

Esgotaram-se tentando ser pastores quando toda a estrutura da igreja está errada. Não vou entrar em tudo isso. Vou apenas dizer que servir ao Senhor no nível da terra é algo terrivelmente difícil se você não tiver um toque do céu. Mas você não terá um toque do céu a menos que esteja disposto a passar por um esmagamento de velhas ideias, de velhos preconceitos, de velhas opiniões, de qualquer coisa em sua própria vida da alma que o impeça de alcançar a vida. Vida. Oh, mas é verdade. Poucos são os que a encontram. 

(Dana Congdon)


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Para a liberdade foi que Cristo nos libertou

  Ilustração - Dwight L. Moody contou a história do jovem que não queria servir no exército de Napoleão Bonaparte. Quando foi convocado, um ...